Constatámos que a forma como divulgámos os documentos respeitantes ao Processo FPX/SIR Elvas não permite a leitura legível dos mesmos, não obstante a possibilidade de impressão de alguns.
Estamos a tentar resolver a situação com a maior brevidade possível por forma a que todo o Processo possa ser lido sem qualquer problema. Esperamos ter o problema ultrapassado no início da próxima semana.

So tenho a dizer que nao autorizo a divulgacao de quaisquer emails ou comunicacoes minhas, ao abrigo dos meus direitos de privacidade.
Os documentos que este artigo se refere, foram feitos na qualidade de amiga do Sr. Carlos Sirgado e nao na qualidade de Vice Presidente da Fpx. Foram escritos exclusivamente para ele e nao para leitura do publico em geral.
1. A secção de xadrez do GCO considera que o documento emitido por Maria Armanda Plácido, no dia 13/7/2007 não é um documento privado, não sendo por isso, devido qualquer direito de reserva da sua privacidade;
2. Como se pode constatar pela sua leitura, o documento é redigido, na sua qualidade de Vice-Presidente da Direcção da FPX, em resposta (“Re: Protesto do GC Odivelas sobre o Elvas”) a um pedido nesse sentido de 5/7, do Presidente da FPX, em que afirmava: «…a Direcção deverá tomar uma posição e cada um de nós deverá emitir uma opinião e a sua decisão»;
3. Sendo um documento sem qualquer carácter de privacidade, não há qualquer razão para o subtrair a uma divulgação pública;
4. Aliás o documento foi divulgado por toda a Direcção da FPX;
5. Assim, a secção de xadrez reitera o seu entendimento de o documento é público não vendo qualquer razão para não efectuar a sua divulgação, enquadrado no Processo FPX-SIR Elvas;
6. De futuro, espera-se que Maria Armanda Plácido, esclareça, quando escrever um qualquer documento, em que qualidade o redige e em que qualidade o pretende divulgar [ou não] publicamente. Para conhecimento de todos.
A secção de xadrez do GC Odivelas